Only i can ear it, only i can touch

A exposição Only i can Hear, Only i can touch, é baseada em gestos de construção e composição, organizativas de dialéticas da materialidade e da objectualidade, ao serviço de um ensaio que se poderá caracterizar por residualidade e abandono, figurando a escultura aqui como a linguagem em questão, no qual se experimenta e testemunha, através de relações que dedicam atenção a uma certa condição de habitabilidade e permanência.
A obra, alude ao interesse do sujeito no desenvolvimento de um corpo ancorado a uma práxis direta, relacionada com a necessidade de construir, e a tentativa de corporizar um abandono, caracterizado com as referencias que o espaço já oferece.
O Convento de Monchique acolhe e serve de mote a essa reflexão.

ING.
The exhibition Only i can Hear, Only i can touch, is based on gestures of construction and composition, an organizational dialectics of materiality and objectivity, at the service of an essay that can be defined by the residuality and abandonment, with sculpture here as the language in which one experiences and witnesses, through relationships that devote attention to a certain condition of habitability and permanence.

The work refers to the interest of the subject in the development of a body anchored on a direct praxis, related to the need to build, and the attempt to embody abandonment, characterized by the references that the space contains in itself.
The Convent of Monchique welcomes and serves as a motto for this reflection.

Ver Poster e Folha de Sala

 
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